quinta-feira, 9 de julho de 2009
Pitboyland - Semana Zero
Me mudei para Pitboyland; de mala, cuia e agendas. Mais notícias até o final do mês...
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Pré-Obituário
Sim. Por mais incrível que isso soe, divorciados pensam em morte. Ocasionalmente, pelo menos, como qualquer outra pessoa. Outro dia, pensei em como eu poderia me apresentar – ou melhor, ser apresentado – na hora do velório. Eu queria estar vestido com meu jeans, minha camiseta do AC/DC, meia e tênis (ou botas). Até aí nada de anormal, até porque aqueles que me conhecem sabem que eu não sou muito chegado em vestir terno. O toque de originalidade ficaria por conta de um daqueles adesivos que entregam em certos vôos internacionais: redondo, preto e com a frase “DO NOT DISTURB”. Bem que podiam colar um desses no meu caixão, na minha urna de cinzas, ou até na minha testa.
Prometo não reclamar.
Prometo não reclamar.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
O Apartamento que virou Quitinete
A novela da busca por um novo lar continua. Acordei bem cedo e visitei sete quitinetes na parte da manhã. Gostei mais das que tinham vista livre, óbvio. A que escolhi fica no primeiro andar e em um bloco longe da portaria, o que pode ser um martírio para o visitante, mas ótimo para mim, já que o IPTU apenas diminui à medida que o bloco fica mais distante da portaria. São 25 metros quadrados de espaço praticamente vazio, com exceção de um frigobar, da pia, do tanque, das quatro bocas de fogão a gás, e do banheiro minúsculo. Já morei em um 15 metros quadrados com tudo isso e outras coisas, o que diminuía ainda mais o espaço; então acho que não teria problema algum com 25 metros.
O desafio vai ser, como sempre, utilizar o espaço de maneira prática e agradável. São oito estantes abarrotadas de livros, filmes e discos; além de um armário antigo, uma mesa de escritório, uma mesa quadrada de cozinha (sobre a qual ficará o microondas...), três cadeiras, um gaveteiro para as roupas, quatro lixeiras, e cinco máquinas de escrever antigas (uma delas certamente deveria ficar em cima do armário antigo...).
Vou vender geladeira, fogão, e doar o colchão e demais móveis que não estou mais usando. Nem sei onde colocaria a tábua de passar (banheiro?), os baldes (banheiro?) e o material de limpeza (banheiro?). Sinto que a Tok&Stok e demais Casas Bahia da vida vão lucrar com a minha mudança.
O segredo, entretanto, é otimizar.
O desafio vai ser, como sempre, utilizar o espaço de maneira prática e agradável. São oito estantes abarrotadas de livros, filmes e discos; além de um armário antigo, uma mesa de escritório, uma mesa quadrada de cozinha (sobre a qual ficará o microondas...), três cadeiras, um gaveteiro para as roupas, quatro lixeiras, e cinco máquinas de escrever antigas (uma delas certamente deveria ficar em cima do armário antigo...).
Vou vender geladeira, fogão, e doar o colchão e demais móveis que não estou mais usando. Nem sei onde colocaria a tábua de passar (banheiro?), os baldes (banheiro?) e o material de limpeza (banheiro?). Sinto que a Tok&Stok e demais Casas Bahia da vida vão lucrar com a minha mudança.
O segredo, entretanto, é otimizar.
Sky's On Fire
Era uma sexta-feira normal. Eu estava na frente do computador, lendo e relendo notícias sobre acidentes aéreos, roubalheira mundial, shows aos quais não assistiria tão cedo, e estréias no cinema. Havia pedido uns sanduíches no Sky’s (louvados sejam seus funcionários, mesmo se a quantidade de batata frita ainda deixa a desejar...) e definitivamente não sentia remorso algum em estar engolindo nacos e mais nacos de junk food (ex-fast food) à medida que sorvia uma Coca-Cola básica. Meu Rolex Daytona Oyster Perpetual marcava 12:30.
Então eu começo a ouvir barulhos no quarto ao lado. A porta é aberta. Não demora muito para que meu irmão, famoso guitarrista e alto conhecedor do bas-fond de Hardcore Brasília, dê as caras após uma parte de madrugada e uma manhã bem dormidas.
“Euuuhh...” (este é o som produzido por pessoas que acabaram de acordar, caro leitor...)
“Mmmm...” (e este é o som de alguém que está mais interessado nas fotos das raparigas do Berlusconi que vazaram na rede...)
“Tá comendo o quê?...”
“Sky’s...”, respondo eu, ainda de olho na sirigaitas de topless na villa do Bozo italiano.
Foi como em uma daquelas cenas bíblicas filmadas por Hollywood: os Céus se abrindo, labaredas e lava jorrando lá de cima, um coro hiper-dramático (e eslavo) vociferando a perdição da raça humana, e Deus em carne e osso (rosto do Christopher Walken ou do Tom Waits, faz favor...) apontando um dedo acusador para a minha carinha de jornalista desempregado.
“SKY’S?????!!!!!”
“É, Sky’s...”
“Porra, tu só come essa merda, né?! Não sabe se alimentar direito?! Vai comer na rua, comer feijão, arroz e salada num restaurante por quilo!! Quanto é que tu pagou por isso?!”
“Dezoito mangos...”
“DEZOITO???!!!!” (mais coro à la Kubrick, mais fogo, mais anjos ameaçadores, etc.)
“Qual o problema?...”
“É por isso que tu vai ficar gordo e doente!!! Não sabe se alimentar direito!!! Só come gordura!!! Porque é que você não vai pra rua comer? Porque é que você não come um prato saudável? Porque é que...”
Nessa hora, o sangue me subiu à cabeça. Me descontrolei e comecei a cuspir ódio e ira na esperança de afugentar as críticas e retomar minha refeição. Esbravegei tal qual Sandokan tocado de ácido falsificado.
“MAS QUE MERDA!!!! EU COMO O QUE EU BEM ENTENDER, ONDE EU BEM ENTENDER, QUANDO BEM ENTENDER E CUSTE O QUE CUSTAR, E VOCÊ NÃO TEM MORAL ALGUMA PARA ME DAR ORDENS!!!! AGORA CAI FORA QUE EU NÃO QUERO MAIS CONVERSAR!!!! CAI FORA, PORRA!!!!”
Foi como se os tais anjos do Pré-Apocalipse, assim como o tal coro eslavo, se calassem, recolhessem seus instrumentos e trouxinhas, e dessem lugar a um silêncio tanto perturbador quanto revelador.
Meu irmão nada disse. Apenas saiu do meu quarto, entrou no dele e fechou a porta.
Pensei que tinha exagerado na dose da bronca, mas não me arrependi. Meu coração quase foi a 200 por hora, mas voltou ao normal depois que eu respirei fundo algumas vezes. Pombas! Que diabos é uma comida balanceada?! Eu como salada, eu como sanduíche, eu como macarrão, eu tomo café e tomo iogurte com cereais “indispensáveis ao organismo”. Resumindo: eu como de tudo e certamente não tenho culpa se um idiota resolve dar lição de moral toda vez que me vê fazendo algo que ELE acha errado, transformando o particular em geral, e berrando nos meus ouvidos que eu SÓ como macarrão, SÓ tomo café e SÓ me alimento de sanduíches do Sky’s.
Na verdade, eu sequer sei porque dou tanta importância ao fato.
Junho está sendo o mês da reviravolta. Preciso achar um novo lugar para morar, preciso arrumar um emprego, preciso resolver várias pequenas questões pendentes. Junho não está muito para sombra e água fresca. O plano é que, após resolvidos os principais problemas, vou voltar para uma atividade física, além de continuar praticando bateria (que muitos teimam em dizer que não é uma atividade física; tá certo, só fico empapado de suor por puro masoquismo...). Enquanto junho não acabar, a alimentação fica como está; ou seja, a meu ver, balanceada.
Então eu começo a ouvir barulhos no quarto ao lado. A porta é aberta. Não demora muito para que meu irmão, famoso guitarrista e alto conhecedor do bas-fond de Hardcore Brasília, dê as caras após uma parte de madrugada e uma manhã bem dormidas.
“Euuuhh...” (este é o som produzido por pessoas que acabaram de acordar, caro leitor...)
“Mmmm...” (e este é o som de alguém que está mais interessado nas fotos das raparigas do Berlusconi que vazaram na rede...)
“Tá comendo o quê?...”
“Sky’s...”, respondo eu, ainda de olho na sirigaitas de topless na villa do Bozo italiano.
Foi como em uma daquelas cenas bíblicas filmadas por Hollywood: os Céus se abrindo, labaredas e lava jorrando lá de cima, um coro hiper-dramático (e eslavo) vociferando a perdição da raça humana, e Deus em carne e osso (rosto do Christopher Walken ou do Tom Waits, faz favor...) apontando um dedo acusador para a minha carinha de jornalista desempregado.
“SKY’S?????!!!!!”
“É, Sky’s...”
“Porra, tu só come essa merda, né?! Não sabe se alimentar direito?! Vai comer na rua, comer feijão, arroz e salada num restaurante por quilo!! Quanto é que tu pagou por isso?!”
“Dezoito mangos...”
“DEZOITO???!!!!” (mais coro à la Kubrick, mais fogo, mais anjos ameaçadores, etc.)
“Qual o problema?...”
“É por isso que tu vai ficar gordo e doente!!! Não sabe se alimentar direito!!! Só come gordura!!! Porque é que você não vai pra rua comer? Porque é que você não come um prato saudável? Porque é que...”
Nessa hora, o sangue me subiu à cabeça. Me descontrolei e comecei a cuspir ódio e ira na esperança de afugentar as críticas e retomar minha refeição. Esbravegei tal qual Sandokan tocado de ácido falsificado.
“MAS QUE MERDA!!!! EU COMO O QUE EU BEM ENTENDER, ONDE EU BEM ENTENDER, QUANDO BEM ENTENDER E CUSTE O QUE CUSTAR, E VOCÊ NÃO TEM MORAL ALGUMA PARA ME DAR ORDENS!!!! AGORA CAI FORA QUE EU NÃO QUERO MAIS CONVERSAR!!!! CAI FORA, PORRA!!!!”
Foi como se os tais anjos do Pré-Apocalipse, assim como o tal coro eslavo, se calassem, recolhessem seus instrumentos e trouxinhas, e dessem lugar a um silêncio tanto perturbador quanto revelador.
Meu irmão nada disse. Apenas saiu do meu quarto, entrou no dele e fechou a porta.
Pensei que tinha exagerado na dose da bronca, mas não me arrependi. Meu coração quase foi a 200 por hora, mas voltou ao normal depois que eu respirei fundo algumas vezes. Pombas! Que diabos é uma comida balanceada?! Eu como salada, eu como sanduíche, eu como macarrão, eu tomo café e tomo iogurte com cereais “indispensáveis ao organismo”. Resumindo: eu como de tudo e certamente não tenho culpa se um idiota resolve dar lição de moral toda vez que me vê fazendo algo que ELE acha errado, transformando o particular em geral, e berrando nos meus ouvidos que eu SÓ como macarrão, SÓ tomo café e SÓ me alimento de sanduíches do Sky’s.
Na verdade, eu sequer sei porque dou tanta importância ao fato.
Junho está sendo o mês da reviravolta. Preciso achar um novo lugar para morar, preciso arrumar um emprego, preciso resolver várias pequenas questões pendentes. Junho não está muito para sombra e água fresca. O plano é que, após resolvidos os principais problemas, vou voltar para uma atividade física, além de continuar praticando bateria (que muitos teimam em dizer que não é uma atividade física; tá certo, só fico empapado de suor por puro masoquismo...). Enquanto junho não acabar, a alimentação fica como está; ou seja, a meu ver, balanceada.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Corpo Estranho na Espuma
Foi o ápice de uma semana de decepções. A noite até que estava agradável, eu havia conseguido estacionar o Demônio Azulado de primeira na 108 Norte, e a companhia tinha cérebro útil. Eu não parava de alternar pensamentos acerca de minha situação com verbalizações de conhecimentos cinematográficos. Também alternava quibes fritos com goles de Original. E foi então, lá pela sétima ou oitava cerva, e falando sobre o fato de Boris Karloff ter sido filho de diplomata, que eu levei o susto.
Sobre a fina camada de espuma da cerveja de fabricação fluminense, jazia, tal qual corpo em neve siberiana, um curto fio de cabelo.
“Pelo iPod do Nazareno”, exclamei eu, já pra lá de Bagdá. “Que vil mente colocou tão baixo elemento na minha cervejinha?!”
Eu simplesmente abomino todo e qualquer corpo biológico não-alcóolico na minha cerveja das sextas-feiras. Posso estar na mais fétida das situações financeiras, posso estar no meio de um tiroteio entre morros cariocas, posso até me encontrar no mais “quente” dos bares de Mogadíscio; mas se na minha cerveja tem algum bicho ou um inocente fio de cabelo, é o início do fim.
Convenhamos: o sujeito está na merda, sem emprego fixo, sem relacionamento sério (ok, essa não vale muito...), sem luz no final do túnel, enfim, sem aquela bóia salva-vidas que faz a alegria de nove entre dez náufragos (...tem sempre um masoquista de plantão...). E aí, do nada, um inseto qualquer ou um fio de cabelo permeado de micróbios famintos e sedentos resolve transformar teu copo de cerveja em piscina olímpica. Quê que há, malandro? Tá pensando que meu dinheiro é capim? Nem a pau, Juvenal! Eu prezo pelos meus quatro mangos gastos com cada garrafa de cerveja. Eu posso não ter emprego – ainda –, mas entendo um mínimo de economia para concluir que cada centavo bem gasto é um passo dado na direção da riqueza. Ou algo assim.
Sobre a fina camada de espuma da cerveja de fabricação fluminense, jazia, tal qual corpo em neve siberiana, um curto fio de cabelo.
“Pelo iPod do Nazareno”, exclamei eu, já pra lá de Bagdá. “Que vil mente colocou tão baixo elemento na minha cervejinha?!”
Eu simplesmente abomino todo e qualquer corpo biológico não-alcóolico na minha cerveja das sextas-feiras. Posso estar na mais fétida das situações financeiras, posso estar no meio de um tiroteio entre morros cariocas, posso até me encontrar no mais “quente” dos bares de Mogadíscio; mas se na minha cerveja tem algum bicho ou um inocente fio de cabelo, é o início do fim.
Convenhamos: o sujeito está na merda, sem emprego fixo, sem relacionamento sério (ok, essa não vale muito...), sem luz no final do túnel, enfim, sem aquela bóia salva-vidas que faz a alegria de nove entre dez náufragos (...tem sempre um masoquista de plantão...). E aí, do nada, um inseto qualquer ou um fio de cabelo permeado de micróbios famintos e sedentos resolve transformar teu copo de cerveja em piscina olímpica. Quê que há, malandro? Tá pensando que meu dinheiro é capim? Nem a pau, Juvenal! Eu prezo pelos meus quatro mangos gastos com cada garrafa de cerveja. Eu posso não ter emprego – ainda –, mas entendo um mínimo de economia para concluir que cada centavo bem gasto é um passo dado na direção da riqueza. Ou algo assim.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O Charme da Muchacha Tupiniquim
O lugar é diferente, dependendo da semana. Um restaurante na Asa Norte; uma banca de jornais em algum shopping. Um bar no Setor Sudoeste. Tanto faz. Nesses lugares – a princípio comuns – se esconde a muchacha tupiniquim verdadeira. Sem plásticas, sem apliques, sem preocupações que ultrapassem a vontade de ganhar um salário e sobreviver a mais uma semana na selva de pedra. O fato, entretanto, permanece quase o mesmo. O que diabos faço numa situação como essa? Pareço um daqueles adolescentes cheios de espinhas recém-saídos de algum filme dos anos 1980 exibidos pelo SBT após o “Viva a Noite”.
Isso sem falar na sensação de ter sido discretamente enxotado de alguma relação que mal teve um início. Nada de telefonemas. Nada de frases que façam algum sentido. Na verdade, as mesmas frases acabam fazendo sentido assim que você se dá conta de que foi dispensado. Você pensa: “foda-se, eu sou divorciado, não preciso desse drama todo duas vezes, e nem vou forçar coisa alguma...”. Você se acha durão, tem certeza de que está na crista de uma onda perfeita para divorciados e afins.
Mas chega uma hora em que você cai da prancha, e nem quer mais surfar. Fica na frente de uma Original no Beirute da Asa Norte, olhando ao redor, na esperança de que a pessoa certa chegue e diga algo perfeito. Não chega. Fica escutando outras pessoas falarem sobre relacionamento e soluções para diversos casos a princípio perdidos. Mas não adianta. Tudo entra por um ouvido e sai pelo outro, pois você já está cansado de toda essa besteira. Você pede mais uma Original e conta algo engraçado. Alguém diz que o Dia dos Namorados está chegando, e você simplesmente pensa em como seria ótimo se você arranjasse algum trabalho. Foda-se. Elas têm charme, elas têm papo, elas até têm carinho, mas elas também têm seus próprios problemas, e você está longe de ser prioridade para elas. Então você conclui que vai ficar na tua, sem encher o saco de ninguém, sem falar sobre Amor&Cia, sem sequer cometer o erro de responder à pergunta “o que você está pensando?”.
Enfim. Nada contra relacionamentos. Apenas uma péssima semana, com péssimas frases.
Isso sem falar na sensação de ter sido discretamente enxotado de alguma relação que mal teve um início. Nada de telefonemas. Nada de frases que façam algum sentido. Na verdade, as mesmas frases acabam fazendo sentido assim que você se dá conta de que foi dispensado. Você pensa: “foda-se, eu sou divorciado, não preciso desse drama todo duas vezes, e nem vou forçar coisa alguma...”. Você se acha durão, tem certeza de que está na crista de uma onda perfeita para divorciados e afins.
Mas chega uma hora em que você cai da prancha, e nem quer mais surfar. Fica na frente de uma Original no Beirute da Asa Norte, olhando ao redor, na esperança de que a pessoa certa chegue e diga algo perfeito. Não chega. Fica escutando outras pessoas falarem sobre relacionamento e soluções para diversos casos a princípio perdidos. Mas não adianta. Tudo entra por um ouvido e sai pelo outro, pois você já está cansado de toda essa besteira. Você pede mais uma Original e conta algo engraçado. Alguém diz que o Dia dos Namorados está chegando, e você simplesmente pensa em como seria ótimo se você arranjasse algum trabalho. Foda-se. Elas têm charme, elas têm papo, elas até têm carinho, mas elas também têm seus próprios problemas, e você está longe de ser prioridade para elas. Então você conclui que vai ficar na tua, sem encher o saco de ninguém, sem falar sobre Amor&Cia, sem sequer cometer o erro de responder à pergunta “o que você está pensando?”.
Enfim. Nada contra relacionamentos. Apenas uma péssima semana, com péssimas frases.
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